D. Como detectar um AVC?

    O AVC manifesta-se de modo diferente em cada paciente, pois depende de muitos factores: área atingida, tipo de AVC (isquémico ou hemorrágico), causa geral do AVC, factores de risco presentes, estado geral de saúde do paciente, etc.

                                   
sintomas de um AVC         Os sintomas mais comuns são:

- Fraqueza ou adormecimento de um membro ou de um lado do corpo;
- Formigueiro de um lado do corpo ou de um membro;
- Dificuldade de movimentação, tonturas ou perda de coordenação e de balanço;
- Alteração da linguagem (dificuldades na fala) e incapacidade de compreensão (não conseguir entender o que é dito);
- Perda de visão num olho ou em ambos;
- Dor de cabeça súbita, seguida de vómitos, sonolência ou coma;
- Perda de memória, confusão mental e dificuldades para executar tarefas habituais.


    Estes sintomas não são exclusivos de um AVC, mas servem de alerta. Deve-se procurar auxílio médico imediatamente e evitar medicação sem orientação médica.
    No caso de pacientes mais idosos, já acamados, é importante prestar atenção à sua capacidade habitual de movimentação dos membros e à quantidade e horário de sono, entre outros.

        No hospital o médico faz vários exames para:
- Confirmar ou afastar o diagnóstico;
 - Verificar a gravidade e evolução da doença;
 - Certificar-se do local da lesão.

exame de ressonância magnética

    Para determinar os exames necessários, é preciso informação fornecida pelos acompanhantes ou pelo próprio paciente quando possível. No geral as informações mais importantes são: os sintomas (o que o paciente está a sentir), se a evolução dos sintomas foi rápida ou lenta, quais os medicamentos que o paciente toma, e quais as doenças prévias e actuais.
    Os exames complementares mais comuns são exames laboratoriais de sangue e urina, avaliação cardíaca e pulmonar, e exames de imagem do encéfalo.